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Pesquisa vai mapear focos do Aedes aegypti

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Nesta primeira quinzena de março, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) participará de uma pesquisa nacional de combate ao Aedes aegypti organizada pelo governo federal. A Sesau afirma que o intuito é traçar um mapa da infecção no País e que os dados coletados servirão para apontar ações preventivas. Atualmente, cerca de 90% dos focos de Aedes vêm dos recipientes de água utilizados para uso doméstico, aponta a secretaria. Em 2017, a Sesau registrou redução de 81,1% nos casos de dengue em Alagoas, na comparação com 2016. De acordo com os dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), órgão do Ministério da Saúde, de janeiro até dezembro de 2017, foram anotados 2.427 casos, contra 12.848 do mesmo período de 2016. Ainda de acordo com o Sinan, a Sesau informou que os casos de chikungunya, em 2016, chegaram a 8.651, contra 339 em 2017; a queda, segundo o órgão, foi de 96%. E com relação à zika, houve registro de 3.776 notificações em 2016 contra 127 em 2017; a redução foi de 97%, apontou a Sesau. Esses dados são os mais atualizados, garantiu a secretaria. Os números de janeiro e fevereiro deste ano somente serão divulgados, oficialmente, nesta quinta-feira, 1º, devido a um prazo maior que o ministério deu à Sesau em virtude do período de férias de servidores do órgão estadual no mês de janeiro. Paralelamente à divulgação dos dados atualizados, o supervisor de Endemias da Sesau, Paulo Protásio, enfatizou, em entrevista à Rádio Gazeta, que a pesquisa nacional também será focada nas ações de prevenção, junto à população, despertando a consciência sobre os perigos da existência de focos do Aedes aegypti. * Sob supervisão da editoria de Cidades

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