Cidades
AL tem primeira morte por H1N1
Alagoas registrou a primeira morte por H1N1 este ano. A vítima foi um homem, de identidade e idade não reveladas, que estava internado em um hospital particular de Maceió. Até essa terça-feira, 15, o Estado registrou 15 casos da doença e dois do vírus H3N2 ? outros seis estão em investigação. O número de notificações já é maior que no ano passado, quando foram confirmados dez casos de influenza, com três óbitos. Em 2016, foram 52 registros e dez mortes, segundo o Núcleo de Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). De olho na doença, continua até o próximo dia 1º de junho a campanha de vacinação, iniciada no final de abril e disponível nos 102 municípios de Alagoas. Até agora, 43,77% do público-alvo já se imunizou, o que engloba pouco mais de 298 mil pessoas das 787.908 que devem tomar a vacina. Devem se vacinar idosos com 60 anos ou mais, crianças na faixa de 6 meses a menores de 5 anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores da saúde e professores das escolas públicas e privadas. Também fazem parte do público-alvo definido pelo Ministério da Saúde, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional. A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.