Cidades
Comercialização exige regras de segurança
A comercialização de fogos deve ser feita em estrutura física com paredes dobradas, com escapes, local adequado, com extintores, pessoas treinadas a fazer combate de incêndio, entre outras exigências para quem mantém estabelecimento fixo de alvenaria. Nos estados do Nordeste, também é permitida a comercialização em barracas, desde que esteja em local isolado, tenha distância mínima de uma para outra, balcão para impedir o consumidor de manusear caixas de fogos sem supervisão do vendedor, bitolar de bombas e de fogos para comercialização em padrões pré-fixados, explicou o chefe da Seção de Vistoria e Fiscalização do Comércio de Fogos de Artifício na parte baixa de Maceió, major CB Roberto Wanderley Amorim Júnior. Algumas ?bombas? juninas são tão grossas que parecem artefato de guerra. O major Roberto explicou que a comercialização das bombas tem de obedecer à espessura de uma e meia polegada. Nos pistolões, por exemplo, o cilindro e o diâmetro não podem passar da mesma especificação. Para as bombas de produção artesanal, vale a mesma medida diametral. ?Esse tipo de artefato precisa de alguém que saiba manuseá- lo, que tenha feito curso e obedeça às regras de segurança?, diz o oficial.