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Causas de abalo sísmico em Maceió seguem sem resposta

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A Prefeitura de Maceió continua sem ter uma resposta que explique as causas do aparecimento de fissuras em diversas ruas, prédios e residências localizados no bairro do Pinheiro. Após três meses da ocorrência, que já levou muita gente a abandonar suas casas, gestores da Prefeitura de Maceió estiveram em Brasília, ontem, buscando apoio do governo federal para dar continuidade aos estudos que tentam identificar as causas do abalo sísmico registrado na capital alagoana no dia 3 de março último. Segundo a assessoria de Comunicação da Defesa Civil Municipal, devido à necessidade de levantamentos mais aprofundados, será criado um grupo de trabalho, desta vez com a participação de técnicos da Defesa Civil de Maceió, da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM). Os gestores municipais foram a Brasília após o relatório preliminar elaborado pelos professores doutores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) não identificar as causas do abalo sísmico registrado no bairro do Pinheiro. Em abril último, eles realizaram estudos com a utilização de um GPR, equipamento que permite a visualização do subsolo. Segundo o documento, encaminhado à Defesa Civil nessa terça-eira, 22, o equipamento alcançou uma profundidade média de 15 metros, no entanto, não permitiu que se chegasse a uma conclusão.

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