Cidades
Servidores da Ufal param por 48 horas
Os servidores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) paralisarão atividades nesta terça e quarta-feira, em protesto pela aprovação da data-base. Durante assembleia realizada na manhã de ontem, a categoria decidiu se unir à mobilização nacional que envolve servidores federais, estaduais e municipais. A aplicação das aulas, no entanto, ficará sob a escolha de cada docente. A Associação de Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal) não realizou assembleia, mas orienta para que os professores apoiem a mobilização. Por unanimidade, os técnicos da Ufal acataram a adesão à mobilização nacional por 48 horas. Segundo Evilázio Freire, coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Ufal (Sintufal), a partir das 14h desta quarta-feira, 20, um ato será realizado em frente ao prédio da Justiça Eleitoral, localizado no bairro da Serraria, em Maceió. No momento do ato, a data-base do funcionalismo público será julgada no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. ?Esta é uma reivindicação de muitos anos. Nossa data-base está na Constituição de 88, mas nunca foi regulamentada. Portanto, vamos exercer o nosso direito de greve e seguir a indicação nacional para os servidores públicos federais?, afirmou Evilázio. De acordo com Jailton Lira, presidente da Adufal, devido ao recesso na universidade, a associação não conseguiu unir a categoria em votação. Porém, apesar disso, Jailton garantiu que a Adufal estará presente no ato em frente ao prédio da Justiça Eleitoral e que, até lá, orientará os docentes, que fazem parte do órgão, a aderirem à mobilização. Sobre a paralisação dos técnicos, a Ufal frisou que os servidores são livres para se mobilizarem e que, passada qualquer paralisação da categoria, há negociação para a reposição de horas de trabalho com a atual gestão administradora da universidade. * Sob supervisão da editoria de Cidades