Cidades
Exames só são viáveis graças aos recursos de pesquisas
O acompanhamento constante, enfatiza o pesquisador, é muito importante: as famílias vivem a angústia de não saber em que sexo registrar o bebê, em casos de genitália ambígua. A definição do sexo genético, no entanto, depende de exames que ainda não são viabilizados pelo poder público, em Alagoas. É o caso do sequenciamento do material genético dos pacientes e dos pais. O resultado pode explicar o porquê da ambiguidade genital e facilitar a tomada de decisão. Para viabilizar o exame, eles estabeleceram parcerias com instituições como a Unicamp, em Campinas (SP), que recebe insumos (material de pesquisa) comprados em Alagoas com verba de pesquisa, e isso proporciona serviços (exames) mais complexos. É dessa forma que os pesquisadores do HU garantem algumas das análises genéticas, indispensáveis ao processo de identificação do sexo do bebê com ambiguidade genital.