Cidades
Sem preço mínimo, frete fica inviável
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14/07/2018 às 0h00
?Se não houver preço mínimo, não há quem aguente pagar para transportar carga Brasil afora?. O desabafo é do caminhoneiro Valdir Paulo, presidente da Associação dos Transportadores Autônomos de Alagoas. A entidade reúne centenas de profissionais que sobrevivem do ?lucro mínimo? com o transporte de mercadorias. Ele cita o exemplo do transporte de carga entre Maceió e São Paulo, em caminhão que comporta até 27 toneladas. ?Só de ida, o consumo é de R$ 5.000,00 de óleo diesel. Mais R$ 5.000,00 de óleo para voltar. Num frete de R$ 11.000,00, sobraria apenas R$ 1.000,00, nas condições atuais. Não cobre despesas outras?, diz.