Cidades
Feirantes esperam movimento intenso nas vendas do pescado
Os comerciantes de peixes, moluscos e crustáceos do Mercado da Produção esperam uma intensa movimentação nas vendas nesta Quinta-feira Santa. Eles classificaram o dia de ontem como apenas razoável para os negócios, alegando que a falta de dinheiro entre a população fez diminuir o volume de vendas em relação a outros anos. ?Hoje o povo está sem dinheiro e, conseqüentemente, compra menos, se fala muito em crise. A Semana Santa não é mais como antigamente, quando vendíamos em abundância?, disse a comerciante de pescado Maria Helena dos Santos. Para o vendedor Josival Oliveira da Silva, mesmo sem repetir o quantitativo de negócios esperado, a época ainda é a melhor do ano. ?É nesta temporada que a gente consegue apurar um pouco mais, não dá para ficar por aí reclamando da sorte?, comentou. Além do pescado, o mercado e adjacências estão com estoques de coco e brêdo para o preparo dos pratos da culinária da época. O consumidor encontra o coco com preços variados, a partir de R$ 0,50 até R$ 1,50. Já o brêdo estava com o preço salgado até ontem, vendido por R4 1,50 o molho pequeno. A alta do produto é justificada pela seca. O sururu, molusco mais popular da terra, está custando em média R$ 5 o quilo. O peixe tambaqui está sendo vendido por cerca de 7, o atum custa R$ 10 e a carapeba R$ 12. É possível comprar, ainda, em promoções feitas em determinados momentos, como pescada branca por R$ 3,50. O consumidor deve ficar atento, porém, à qualidade do produto que está adquirindo, observando as dicas da Vigilância Sanitária. (AM)