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Prociss�o marca celebra��o cat�lica da P�scoa

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A Procissão do Senhor Morto será o ponto alto da celebração católica desta Sexta-Feira da Paixão, com saída da Catedral Metropolitana de Maceió, às 17 horas, percorrendo as principais ruas do Centro, e a presença do arcebispo dom José Carlos. Antes da procissão, a partir das 15 horas, haverá celebração da Paixão do Senhor, com ação litúrgica solene, orações solenes, adoração da cruz e comunhão. Segundo recorda o pároco da catedral, padre Celso Alípio, nas festas litúrgicas pascais vive-se, na fé, o mistério da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. ?O grande mistério da fé cristã é vivido pela liturgia nos seus dois mistérios cristológicos fundamentais?, afirma padre Celso, ao citar a consumação da história da salvação pelo mistério da encarnação divina: Deus na pessoa de Jesus, encarna-se na história humana, trazendo à sua criação a presença divina. Hoje são feitas leituras que marcam o sofrimento de Jesus na cruz, sua paixão e morte. No sábado, a Vigília Pascal começa às 21 horas, e a Páscoa da Ressurreição do Senhor será celebrada, neste domingo, às 17 e 19h30. As igrejas dos bairros de Maceió desenvolvem programações similares em suas paróquias. Evangélicos A Igreja Batista do Farol também celebra a Páscoa, em culto que terá início às 20 horas de hoje, em seu santuário, na Avenida Dom Antônio Brandão. O pastor Roberto Amorim de Menezes convoca todos os membros e congregados de sua comunidade para lembrar o sofrimento de Jesus ? inclusive com a Ceia do Senhor ? numa mensagem preparatória para o culto da ressurreição, domingo, quando a igreja reúne-se, às 6 horas, para comemorar, com grande júbilo, a vitória de Jesus sobre a morte. A primeira Páscoa foi celebrada pelos judeus quando da libertação do povo israelita, que viveu no Egito durante 450 anos ? boa parte do tempo como escravo ? e foi liberto por Moisés. A outra é a ressurreição de Jesus, comemorada pelos cristãos ? católicos e evangélicos. Assim, para os judeus a ressurreição de Cristo é ignorada e, de certa forma, a libertação do povo de Israel também é esquecida pelos cristãos.

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