Cidades
Professoras lamentam desvalorização
A baixa remuneração e as precárias condições de trabalho refletem a desvalorização dos profissionais da educação em todo o País. O assunto foi tema de debate ontem, na Rádio Gazeta, que reuniu a presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal), Maria Consuelo Correia; a coordenadora do curso de pedagogia da Faculdade Estácio de Sá, Maria Fernanda; e a professora do curso de pedagogia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) Edna Prado. Durante o debate, Maria Consuelo apontou que a queda na quantidade de alunos de licenciatura nas universidades revelam a desvalorização da profissão de professor. Ela completa que, muitas vezes, não são oferecidas qualificações a esses profissionais e que, em muitas escolas, as condições são precárias. Os professores ainda lidam com cobranças e excesso de carga horária. A presidente do Sinteal observou que, muitas vezes, as cobranças do poder público ocorrem para atender ao capital financeiro e não a aprendizagem. * Sob supervisão da editoria de Cidades.