Cidades
CREMAL FAZ CRÍTICAS À PRECARIZAÇÃO DA SAÚDE
?A saúde pública de Alagoas está péssima. Nos últimos anos, vem caindo a qualidade do atendimento e não parou de piorar?. A avaliação é do presidente do Conselho Regional de Medicina de Alagoas (Cremal), Fernando de Araújo Pedrosa. Sem esconder a tristeza com a situação, ele disse que a superlotação é um dos problemas. ?A falta de estruturação é o primeiro sintoma grave do setor, que sofre com carência de insumos, profissionais e de leitos?. Para atender à maioria dos três milhões de alagoanos, aqueles que não podem pagar plano de saúde privado, o Estado dispõe de pouco mais de 5 mil médicos e 6.462 leitos. A média é de um médico para mil pacientes. Mas a questão aqui não é numérica. O presidente do Cremal acredita que os números poderiam ser menores e a assistência, melhor, caso o sistema estivesse estruturado.