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sábado, 30/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Prédio tem condições precárias e corre riscos

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Instalado num prédio centenário na Praça da Faculdade, no bairro do Prado, o Museu de História Natural da Universidade Federal de Alagoas tem mais de 70 mil coleções, algumas delas do período Jurássico (mais de 200 milhões de anos) e de valor incalculável para a ciência. Algumas centenas dos fósseis com mais de 400 milhões de anos, do período devoniano, ficam guardados em salas antigas e praticamente sem equipamentos eficientes de prevenção a incêndio. O risco de um desastre idêntico ao que ocorreu com o Museu Nacional em setembro passado, que destruiu quase totalmente um dos maiores acervos da América Latina, é evidente. Naquele incêndio do Rio de Janeiro, foram destruídos também fósseis doados por Alagoas e outros museus do Nordeste. A maioria dos museus das universidades brasileiras corre o mesmo risco porque não tem orçamento próprio nem equipamentos eficientes de preservação do patrimônio. O museu da Ufal também sobrevive ?franciscanamente?, porque não tem orçamento próprio e depende de doações ou da disponibilidade financeira da universidade.

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