Cidades
Aumentam casos de microcefalia
Os 89 casos de bebês com a Síndrome Congênita do Zika Vírus detectados em Alagoas entre janeiro e setembro deste ano explicam por que a doença cresceu 24,71% em relação ao mesmo período de 2017, quando se verificou o nascimento de 67 bebês com a doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. A diferença, entre um período e outro, é de 22 bebês. Nos últimos três anos, 479 nasceram com a síndrome. À Gazeta a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) ressaltou que, a partir deste ano, a nomenclatura microcefalia deixou de existir, sendo substituída por síndrome congênita. A alteração segue diretriz do novo Protocolo do Ministério da Saúde e engloba outras anomalias, que podem ser ou não microcefalia. Essa seria a razão do aumento das notificações. Classificações à parte, é fato cristalino: o número de notificações da Síndrome Congênita do Zika Vírus cresceu 44,56% entre 2015 e 2016, quando o número de bebês com a anomalia cresceu de 132 para 238. Entre um ano e outro, diferença de 106 casos. Em relação a 2017 (89 nascimentos), houve diminuição de 62,60% na estatística.