Cidades
Prédios antigos evocam chegada do progresso
Em 1990, na gestão do então prefeito Ronaldo Lessa, foi aprovada uma lei para a preservação dos bairros de Jaraguá, Centro, Farol. Na época, o centro de Maceió também passou a ser classificado como Zona Especial de Preservação Cultural (ZEP) e Unidades Especiais de Preservação (UEP). A área comercial da cidade tem imóveis protegidos pela Lei de Preservação Rigorosa (PR). O próprio presidente da Aliança Comercial, empresário Guido Júnior, tem um imóvel onde funciona uma das lojas da família dele, que é tombado e não pode receber nenhum tipo de intervenção que descaracterize a arquitetura. O imóvel fica no centro comercial e tem mais de 150 anos. Um fato curioso aconteceu com o próprio Tribunal de Justiça (TJ/AL), que também comprou vários imóveis na Praça Deodoro e derrubou a maioria. Porém, um deles é tombado e não pôde ser derrubado. No Centro existem imóveis dos séculos 18 e 19 que marcam o desenvolvimento comercial da cidade e precisam ser fiscalizados e receber ações de manutenção. O prédio da Aliança Comercial é um deles, e tem mais de um século.