Cidades
Estudos sobre a microcefalia avançam
Quando um número incomum de mulheres, sobretudo nordestinas, passou a gestar bebês com a circunferência do crânio menor do que os padrões normais, uma tempestade de incertezas pairou sobre o Brasil. O que provocava a anomalia era a principal dúvida que intrigava os médicos. Três anos de intensas pesquisas foram fundamentais para desmistificar e responder parte das questões acerca da microcefalia. Os estudos avançaram, mas ainda há inúmeros tabus a serem esclarecidos. O trabalho científico evoluiu no País. O próprio Ministério da Saúde informou à Gazeta que as análises sobre esse assunto continuam sendo uma das prioridades da pasta. Desde novembro de 2015, o ministério indica que foram destinados cerca de R$ 465 milhões para pesquisas e desenvolvimento de vacinas e novas tecnologias que envolvem o zika e a síndrome congênita do zika.