Cidades
Pacientes têm sequelas distintas

Mikaell Henrique passou uma semana na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de uma maternidade em Maceió e depois foi transferido para outro hospital, onde ficou mais um ano e quatro meses. Uma luta sem fim. ?Só peguei ele no colo depois de um mês e oito dias dele ter nascido?, recorda a dona de casa Ana Carla. O pequeno Mikaell não anda, não fala e precisa de equipamentos para comer e respirar. ?Ele nunca comeu pela boquinha dele, nunca amamentou. Hoje ele recebe os cuidados em casa, após a gente conseguir o homecare, depois que entramos na Justiça?, completa. Há um ano e quatro meses, Mikaell está em casa, sob o olhar atento da mãe, que se dedica integralmente ao filho, os cuidados do pai, que precisa de um emprego, e de um irmão de sete anos.