Cidades
Tratamento pelo SUS se torna verdadeiro calvário
No auge do surto dos casos no Brasil, o Ministério da Saúde criou um protocolo de assistência aos pacientes com a síndrome. As regras foram estabelecidas com o propósito de garantir sobrevida e bem-estar aos bebês. Ações conjuntas eram necessárias para que o manual funcionasse a contento. Com o tempo, as crianças passaram a ser acomodadas dentro das ?filas normais? do serviço de saúde, ou seja, têm todas as dificuldades que as outras, com problemas neurológicos. Apesar dos centros e grupos criados para acompanhar esses pacientes, a assistência está longe de ser eficaz, principalmente para quem vive no interior. A demora para marcar uma consulta com infectologista e conseguir um exame complexo acaba sendo um motivo para desistência da rotina de tratamento.