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Seca não vai acabar, mas é possível conviver com ela

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Para agravar a situação, o fenômeno El Niño (aquecimento da água do Oceano Pacífico, causa estiagem no Nordeste e chuvas torrenciais nas regiões Sul e Sudeste) é sentido em 980.133,099km² do Sertão dos nove estados do Nordeste e parte de Minas Gerais, desde 2012. Choveu, porém, em 2017, por causa do fenômeno La Niña (esfriamento da água do Pacífico que provoca chuvas torrenciais no Nordeste e seca no Sul e Sudeste), o que animou pesquisadores e agricultores da região. Mas, ao contrário de outros períodos, não choveu muito. A alegria da chuva no ano passado durou pouco, menos de oito meses. Desde setembro de 2017 não chove na maioria dos estados nordestinos. Quer dizer, este é o sexto ano de seca. A situação é dramática para a maioria dos 23.846.982 habitantes da região atingida pelo El Niño: 9.068.130 pessoas vivem nas áreas rurais e dependem, fundamentalmente, de caminhões-pipa para sobreviver com água limpa. Outros 14.778.762 moram nas áreas urbanas de 1.135 cidades do semiárido. As áreas urbanas do Sertão, em períodos de longa estiagem, ficam até três meses sem receber água nas torneiras, disse a agricultora Josefina dos Anjos, do município alagoano de Dois Riachos.

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