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Aldeias indígenas por onde passa rodovia devem ter compensações

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No começou da obra, a Funai exigiu o cumprimento da legislação federal, que obrigou o Dnit a elaborar o Plano Básico Ambiental Indígena (PBAI) para compensação e mitigação dos prejuízos de três tribos indígenas que ficam por onde passa a duplicação da BR: Kariri-Xocó, em Porto Real do Colégio; duas comunidades Karapotós, em São Sebastião; e Wassu, em Joaquim Gomes. Esta última, segundo a Funai, é a mais prejudicada, porque a obra passa no meio da tribo e provoca relocação de escola, praça esportiva, do posto de saúde, entre outros impactos e transtornos. Para tentar resolver o impasse, o Dnit contratou uma empresa para elaborar o PBAI e ficou definido como formas compensatórias para as comunidades afetadas a aquisição de ônibus escolares, caminhões, tratores, terras, utensílios agrícolas, além de obras, construções de fábrica de doce, de centro de cultura, entre outros projetos. Depois de 13 anos, parte das compensações começou a ser atendida recentemente, mas nem tudo o que foi acertado foi cumprido. Faltaram recursos financeiros para as demandas previstas para a tribo Wassu. Resultado: o problema provocou a interrupção na obra, ou seja, no lote de 10 quilômetros entre os municípios de Joaquim Gomes e Flexeiras.

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