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sábado, 30/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Medida evita dano maior à mulher no futuro

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A advogada Paula Simony Lopes, coordenadora do Centro de Defesa dos Direitos da Mulher (CDDM), lembra que as medidas decretadas pela Justiça ajudam a salvar vidas. ?Não vai resolver o problema de forma total, mas, diante da urgência de algumas situações, elas são necessárias. Se a gente sabe que existe ali um momento de tensão e a gente sabe que tende a piorar, há a necessidade de afastamento de outra pessoa, porque pode ocasionar até em feminicídio?, declara. Paula Simony esclarece que geralmente o juiz dá um afastamento de seis meses e, caso não cesse a violência, a medida aumenta para mais seis meses. Chamam-se as partes para conversar e há um acompanhamento. Quando há a necessidade de afastamento, a Justiça intervém. Essa intervenção da Justiça é para impedir que haja um dano maior mais na frente. ?Mais do que ser um instrumento importante, a medida protetiva é um instrumento necessário porque a gente ainda não tem uma cultura de respeito e proteção ao direito das mulheres?, ressalta.

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