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EM MARECHAL, FALTA D´ÁGUA AFETA TURISMO

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A maioria dos 50 hotéis, pousadas, estalagens e pequenas hospedarias da praia do Francês, no município de Marechal Deodoro (distante 35 quilômetros de Maceió) está com a lotação praticamente esgotada até o final de fevereiro. Os proprietários dos 40 restaurantes, bares e pequenos estabelecimentos comerciais de lá comemoram o reaquecimento do turismo, depois de dois anos de recessão. Desde novembro, a movimentação nos finais de semana é intensa. O que atrapalha e compromete o negócio no principal cartão-postal do município berço do proclamador da República é a falta de água e as constantes quedas no fornecimento de energia elétrica. Os dois problemas, na verdade, incomodam a maioria dos 52 mil moradores do município. Além da praia do Francês, falta água em bairros do centro histórico e nas comunidades de Massagueira e Barra Nova, onde funcionam 40 restaurantes, bares, além de pequenos negócios de comidas típicas, doces e de comércio varejista. Sem água, as comunidades amargam enormes prejuízos. Parte dos bairros próximos a casa histórica da família do proclamador da República vive problemas semelhantes. Os empresários dizem que, para manter seus negócios abertos, são obrigados a comprar água de caminhões-pipa. Como vem de longe, cada caminhão custa, em média, R$ 500, e transporta 16 mil litros. Cada hotel e pousada de médio porte freta ao menos três viagens por semana, disse um empresário que preferiu não se identificar.

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