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ALAGOANO SOFRE COM ABASTECIMENTO D´ÁGUA DEFICIENTE

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Como diria o compositor Djavan, ?é morrer de sede em frente ao mar?. A frase resume bem o drama da falta de água em Alagoas. Dos 3,3 milhões de habitantes, estima-se que ao menos dois milhões, neste momento, enfrentem problemas de falta d´água na maioria dos 102 municípios do Estado. Para constatar o problema, não precisa ir muito longe. A reclamação a respeito de água potável é sentida até nas áreas nobres de Maceió. Caminhões-pipa fretados abastecem inclusive prédios de luxo, hotéis, pousadas, entre outros estabelecimentos comerciais. Os condomínios têm tubulações específicas: uma para receber a água da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) e outra das mangueiras dos carros-pipa. Nos bairros da região norte da capital, parte da população recebe água duas vezes por mês. Em semanas muito quentes, a água chega quinzenalmente, de acordo com as donas de casa de Guaxuma, Garça Torta, Riacho Doce, Saúde, Ipioca, Pescaria, até os bairros pobres do município de Paripueira. Situação idêntica ocorre na maioria das cidades litorâneas como Maragogi, Japaratinga, Barra de São Miguel e outras que, neste momento, estão lotadas de turistas. A direção da Casal nega que haja ?colapso? no abastecimento do Estado. Reconhece, porém, a existência de problemas ?pontuais? na capital, interior e nos municípios que dispõem de serviços autônomos de água e esgoto.

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