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domingo, 31/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Causa do fenômeno ainda é desconhecida

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A Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial (DHT) do Serviço Geológico do Brasil (SGB) há duas semanas mantém equipes que desenvolvem pesquisas geofísicas no território do bairro do Pinheiro que sofre pequenos abalos, onde os imóveis apresentam fissuras que aumentam e estaria ?afundando?. Paralelamente, outras equipes do Ministério de Minas e Energia pesquisam áreas de exploração de sal-gema em minas da Braskem no fundo da lagoa Mundaú, para identificar se há ligação com o problema que compromete imóveis nas áreas vermelha e amarela traçadas pela Comissão de Defesa Civil no bairro. A maioria dos moradores já foi retirada dos pontos críticos. As pesquisas não param. Testes de ?batimetria? no fundo da lagoa e geofísicos, com pequenas perfurações solo no bairro do Pinheiro e choques para medir a profundidas, envolvem 60 profissionais de órgãos federais. Novas equipes de geofísicos chegaram a Alagoas e aprofundaram os estudos relativos ao afundamento do bairro e prometem concluir as pesquisas no próximo dia 24. Os técnicos vêm de universidades e órgãos federais do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Eles se juntaram às equipes do Rio Grande do Norte, Paraíba Rio de Janeiro e Brasília que ainda não têm explicações para o problema, que intriga inclusive o próprio presidente Jair Bolsonaro (PSL).

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