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Agência avalia situação de minas lacradas e poços de água da Casal

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?Existem indicativos fortes para as causas que provocam problemas geológicos no bairro do Pinheiro, mas temos que aguardar um diagnóstico definitivo que está sendo elaborado pelos técnicos de órgãos do Ministério de Minas e Energia?, disse o diretor-geral substituto da ANM, Tarço Mendonça, ao confirmar que 60 técnicos de diversas especialidades ? Geografia, Geofísica, Geografia Marinha ? estão trabalhando neste momento nas áreas críticas, estudam as condições das minas da Braskem ativas e inativas e a exploração de água pelo sistema de poços da Casal para tentar entender as causas sísmicas que ocorrem há um ano no bairro do Pinheiro. Ao ser questionando se a ANM vai cobrar relatórios da exploração de sal-gema na área da lagoa Mundaú entre os bairros do Pinheiro e Mutange, ele afirmou que já foram cobrados relatórios, estudos e informações conclusivas das áreas de exploração da mina e regiões próximas. Até o momento a Braskem não criou nenhum tipo de obstáculo. A indústria teria contratado empresas que monitoram os bairros próximos à área de exploração de minas e elaboram relatórios sobre a situação. Esses relatórios estão sendo encaminhados aos órgãos federais. Mendonça explicou que há necessidade de entender o fenômeno que está ocorrendo no Pinheiro. ?Embora o fenômeno esteja localizado naquele bairro, a movimentação tectônica pode ter origem em outro lugar. A Braskem está fazendo estudos que vão além de sua área de mineração?, revelou o diretor da ANM ao sair da reunião reservada e convocada pelos órgãos federais.

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