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Relatório da ANA alerta para vulnerabilidade da fiscalização

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Relatório divulgado no ano passado pela ANA revela que Alagoas tem o segundo maior número do País de barragens com risco de rompimento. O documentou tomou como base o ano de 2017 - seis barragens em Alagoas apresentavam problemas na estrutura. Conforme levantamento da Gazetaweb, o número só é menor do que o registrado na Bahia, que apresentou dez barragens vulneráveis. O Rio Grande do Norte é o terceiro estado do País com maior número de barragens comprometidas (5). Em seguida aparecem Tocantins (4), Espírito Santo (3), Mato Grosso do Sul (3), Rio de Janeiro (2), Rio Grande do Sul (2), São Paulo (2), Pernambuco (1), Sergipe (1) e Ceará (1). Em todo o País, segundo o relatório da ANA, o número de barragens apontadas como mais vulneráveis subiu de 25 em 2016 para 45 em 2017. A maioria apresenta problemas de baixo nível de conservação, mas há outros motivos como insuficiência do vertedor e falta de documentos que comprovem a estabilidade da barragem. Das 45 barragens vulneráveis, 25 pertencem a órgãos e entidades públicas. Em Alagoas, as seis barragens com risco de rompimento pertencem às usinas Seresta (cinco delas) e Santa Clotilde (1). ?Ambas usinas contrataram escritórios de engenharia para avaliações e projetos, mas não tomaram nenhuma providência até o final do ano. Alegam crise financeira?, ressalta o documento da autarquia federal.

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