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domingo, 31/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Médicos criticam uso de OSs para gerir as novas unidades

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Ao participar de entrevista no telejornal AL 1, da TV Gazeta, em setembro do ano passado, como candidato à reeleição, o governador Renan Filho falou sobre a construção de cinco novos hospitais: o da Mulher em Maceió, o Metropolitano, no Tabuleiro dos Martins, que deveria ter entrado em funcionamento em dezembro passado; e mais três: em Delmiro Gouveia, Porto Calvo e União dos Palmares. Ao ser questionado como seriam contratados os funcionários para essas unidades, o então candidato que se reelegeu dois meses depois admitiu que o Estado usaria dois modelos: um da iniciativa privada (nesse caso, o modelo das UPAs ? sem concurso público, via Organização Social) para aumentar a resolutividade, e a contratação, para alguns setores, mediante concurso público. Naquele momento, não houve definição nenhuma. Só a promessa da campanha. Nos bastidores da Secretaria Estadual de Saúde, o comentário corrente é que a maioria dos assessores da cúpula do secretário defende que as novas contratações para os novos hospitais deverão seguir o modelo da iniciativa privada. O mesmo sistema das OSs.

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