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Sinmed cobra mais investimentos em atenção básica à saúde e PSF

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A repercussão dos problemas entre os profissionais pressionou o governo estadual e, por consequência, a Secretaria Estadual de Saúde. Na quinta feira (7/2), veio o primeiro efeito da pressão. O secretário Christian Teixeira publicou no Diário Oficial a portaria nº 913, que define os recursos financeiros referentes à manutenção da Assistência de Média e Alta Complexidade Hospitalar e Ambulatorial das unidades vinculadas à Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no valor de R$ 78.778.879,51. Dos recursos destinados às despesas das ações e serviços públicos de saúde, no grupo de atenção de média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar referente às unidades vinculadas somam o montante anual de R$ 38.640.000,00. Os hospitais como a Santa Mônica, com repasse total R$ 720 mil; Hospital Hélvio Auto R$ 3,02 milhões; Portugal Ramalho R$ 5,19 milhões; Laboratório da Uncisal R$ 2,1 milhões, Centro Especializado de Reabilitação (CER IV) R$ 120 mil. Os recursos destinados pela Sesau atendem às urgências da universidade e tranquilizam a funcionalidade da instituição, disse um dos assessores da reitoria. Entretanto, o Sindicato dos Médicos, em nome da categoria, cobra efetiva política de saúde pública que inclua, além de construção de hospitais, mais investimentos na medicina básica, no Programa de Saúde da Família, na melhoria do atendimento à população, com menos burocracia. ?Soube que, além dos cinco hospitais, o Estado vai construir duas UPAs e adotará uma série de programas de saúde para atender a população da periferia. Se isso vai se concretizar em melhorias para a população, não sei. Acho que os gestores da pasta da Saúde deveriam chamar quem entende de saúde pública para participar da formação de política de saúde, como acontece nos estados vizinhos e em outros países?.

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