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Conseg quer mutirão para desengavetar inquéritos

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A falta de efetivos na Segurança Pública, além de gerar supercarga de trabalho e estresse nos servidores, provoca inúmeros problemas operacionais. Um deles é a demora na conclusão dos inquéritos. Na Corregedoria da Polícia Militar, por exemplo, há 800 que apuram condutas irregulares ou negligências funcionais que se arrastam há mais de dez anos. O Conselho Estadual de Segurança identificou o problema e defende a realização de mutirão para concluir os inquéritos e possíveis processos. O presidente do Conseg, Antônio Carlos Gouveia, confirmou que, em recente reunião com a Corregedoria da PM, identificou que as apurações internas da PM andam lentamente por causa da pouca estrutura. ?O Conselho, numa parceria com a Corregedoria, pretende, no mês de março, envolver os servidores num mutirão para concluir boa parte dos inquéritos e encaminhá-los a justiça ou adotar outros procedimentos?. A evolução desse modelo de mutirão deverá motivar a adoção de medida semelhante na polícia Civil, que também enfrenta falta de pessoal e sobrecarga de trabalho nos cartórios das delegacias. ?Precisamos adotar esta medida para dar respostas à sociedade destes processos, inquérito e ao mesmo tempo não deixar prosperar a impunidade. O mecanismo de mutirão tem o objetivo de regularizar o andamento do inquérito, estabelecendo o equilíbrio nas áreas com grande volume de trabalho. Pode ser estendido também a Polícia Civil?, explicou que Antônio Carlos.

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