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domingo, 31/08/2025 | Ano | Nº 6044
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SINDICATO DIZ QUE SISTEMA VIVE CRISE E COBRA CONCURSO PÚBLICO

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A Gazeta de Alagoas pergunta ao presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas (Sindapen/AL), Kleyton Anderson Bertoldo, se o sistema prisional vive uma crise. ?Há a crise de efetivo, sempre por falta pessoal. O clima é tenso diariamente. O governo está esperando uma tragédia e não faz o concurso?, relata Kleyton Anderson. Sobre o número insuficiente de profissionais atuando nas unidades prisionais e se esse é o principal problema atualmente, o presidente do Sindapen afirma que ?isso é o mais preocupante. Temos 619 agentes penitenciários no total, mas são 350 efetivamente na função fim. Ou seja, são apenas 350 agentes divididos para 9 presídios?, relata Kleyton. O que poderia ser feito para amenizar a demanda de profissionais nas penitenciárias, de acordo com o Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas, seria um concurso para mais 550 agentes. ?Isso é o que manda a decisão judicial. Esse seria um número bom?. Os presídios que apresentam a situação mais crítica, problemas que vão além da falta de agentes são o Cadeião, Cirydião Durval e Baldomero Cavalcanti, todos em Maceió, todos antigos. ?Os mais problemáticos são os que têm estrutura antiga, com paredes e grades simples. Além de estrutura antiga, tem a questão da superlotação que todos estão nessa situação?, acrescenta Kleyton Anderson. Na opinião do sindicalista, o sistema prisional é uma panela de pressão que pode explodir a qualquer momento, basta os presos decidiram, já que com o efetivo disponível segue reduzidíssimo para dar conta da demanda. O excedente total de recolhidos nas unidades prisionais do estado é de 1.132 presos.

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