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domingo, 31/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Espaço externo acabou ocupado por atacadistas

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Como a situação do mercado é de aparente abandono, atacadistas se aproveitam. Diariamente, caminhões lotados de mercadorias que vêm de estados vizinhos, do Sertão, Agreste, Zona da Mata e do litoral estacionam no mercado e atuam como varejistas. Eles chegam à meia-noite e ficam até as 4h. Isso só deveria acontecer na Central de Abastecimento (Ceasa). A denúncia contra caminhoneiros que atuam como feirantes já chegou às entidades dos comerciantes e feirantes. Os caminhoneiros não pagam nada de imposto nem taxa para estacionar. Os dias de maiores movimentos são terças, quartas e sextas-feiras. Coincidentemente são os dias de chegada de caminhões dos atacadistas. Do lado externo do mercado há bancas clandestinas em que prolifera o tráfico de drogas, pequenos furtos e prostituição. O lixo também prolifera no local e favorece o aparecimento de porcos, galinhas, roedores e outros animais. Maceió tem nove mercados e seis feiras públicas espalhados pelos bairros. As maiores são: do Tabuleiro, com 61 feirantes; da Jatiúca, 39; e no Jacintinho, com 235 feirantes cadastrados. Há ainda as pequenas feiras do Cleto Marques Luz, Tabuleiro do Martins, Village Campestre. Os mercados são: o da Produção, com 1.006 comerciantes cadastrados na Semtabes; do Artesanato, com 260 artesãos e comerciantes; o de Bebedouro, com 45 comerciantes; do Benedito Bentes, com 136; do Jacintinho, com 73; de Jaraguá, com 45 comerciantes; do Tabuleiro do Martins, com 166 comerciantes; do Ideral (anexo do Mercado da Produção), com 72; e o Mercado Popular, com 410 cadastrados. A maioria precisa de obras estruturais, reordenamento e revitalização.

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