Cidades
Para psicólogo, proibição é medida insuficiente
Éverton Calado, presidente da Comissão de Psicologia Escolar e Educacional do CRP-15 de Alagoas, disse que medida tem aspecto positivo quanto ao sentido de preservar a vida escolar dos jovens. ?A lei vai tentar preservar a vida escolar das meninas que, em decisões precipitadas, acabam se prejudicando no seu desenvolvimento escolar?, observou. Por outro lado, segundo Calado, a questão da proibição é uma medida insuficiente, pois a problemática é complexa e envolve outros condicionantes. ?Há fatores culturais e sociais que pesam muito quando discutimos essa proibição. Sem falar que casamentos apressados geram divórcios apressados. Contudo, posso falar que a maturidade psicológica não está diretamente ligada a cronologia. Essa discussão envolve a comparação com outras questões relativa a idade e responsabilidade civil, ao direito ao voto, maioridade penal, ao direito a carteira de motorista. Questões que a sociedade também vai solicitar um decreto?, explicou.