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Taxistas alagoanos temem fim da profissão

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Mais fiscalização por parte da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT). Essa é a principal reivindicação feita pelos taxistas de Maceió após o prefeito Rui Palmeira (PSDB) sancionar lei que regulamenta o transporte remunerado de passageiros por aplicativo na capital no último dia 8 de março. De acordo com o diretor do Sindicato dos Taxistas do Estado de Alagoas (Sintaxi), Thiago Holanda, as classes não estão se entendendo por causa da falta de inspeção nos transportes por aplicativo, além de pedir uma solução imediata para o problema - já que a lei entraria em vigor em até 30 dias após ser sancionada. ?Passado o prazo, as decisões apresentada na lei devem ser cumpridas. No entanto, infelizmente, isso não está sendo feito. O prejuízo para a nossa classe é muito grande. Ninguém reconhece o trabalho de um taxista. Eu, por exemplo, estou com o colégio da minha filha atrasado e a geladeira de casa vazia por não está conseguindo trabalhar. A situação está um verdadeiro caos em Maceió?, disse Holanda. Essa foi a segunda vez que o prefeito sanciona a lei para regulamentar o transporte de passageiros por aplicativo. Na primeira tentativa, ela foi suspensa pela Justiça por ser inconstitucional. Entre as exigências propostas pelo Executivo municipal está a cobrança de 2% do valor da corrida, referente ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN). Além disso, o município propõe também que conste na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do condutor a observação sobre o exercício de atividade remunerada; o cadastro do veículo utilizado no serviço e a contratação de seguro que cubra danos ao passageiro no valor individual de no mínimo R$ 50 mil.

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