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Solução barata, rápida e eficiente

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Na fazenda do seu Dedé, Álvaro Almeida constatou a produção agrícola diversificada, a área verde e a pequena criação saudável. ?As barragens subterrâneas não resolvem o problema da seca de forma imediata, mas são uma solução alternativa, barata, rápida de construir, eficiente e a depender da região cada barragem pode atender várias famílias com emprego e renda?. O presidente Faeal revelou que, para auxiliar o governo de Alagoas, a Embrapa tem o mapeamento técnico e minucioso dos locais ideais para a construção de barragem subterrânea. Antes de encaminhar proposta ao atual governador de Alagoas, a Federação da Agricultura, numa parceria com o Sebrae, construiu uma barragem modelo em São José da Tapera que custou R$ 21.637.03. ?A tecnologia é simples, barata e queremos provocar as prefeituras e os governos federal e estadual para a execução deste projeto?, repetiu Álvaro. Depois a Federação ajudou na construção de mais 15 barragens. O governo de Alagoas também já tem informações sobre a nova tecnologia de armazenamento de água da chuva para múltiplos usos. Tanto que, na audiência pública realizada na Assembleia Legislativa no último dia 10 de maio, o secretário estadual de Recursos Hídricos e Meio Ambiente, Fernando Soares, e técnicos da pasta, como Alex Gama, fizeram discurso onde afirmaram que a construção de barragens, sobretudo no Sertão é uma das prioridades da pasta e do governo Renan Filho. Eles não revelaram, porém, a quantidade de barragens previstas, mas confirmaram o planejamento. A barragem subterrânea é uma proposta de convivência do homem com a estiagem prolongada no Nordeste. A tecnologia começou a ser desenvolvida há 39 anos. Por ser de baixo custo e prevista para locais árido, inicialmente gerou desconfiança e não despertou interesse das prefeituras sertanejas. A tecnologia está disponível na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

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