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Maceió desconhece índices de poluição do ar

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Respirar e se sentir incomodado. Você já vivenciou essa a sensação ao passar, nos horários de maior fluxo de veículos, pelas vias de grande movimento em Maceió? O motivo desse incômodo, todo mundo supõe que seja a má qualidade do ar, proveniente, em grande parte, dos gases poluentes emitidos pelos escapamentos dos carros e motos que trafegam pelas ruas e avenidas. Mas de quanto, precisamente, seria esse índice de poluição e quais os pontos mais críticos? Pois é. Em Maceió, não há equipamentos que permitam ao cidadão ter acesso a esse tipo de informação e o último estudo realizado nesse sentido data de 2015. O que se sabe é que, onde há um grande fluxo de veículos, a tendência é que a qualidade do ar seja inferior à desejada. O Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) faz uma medição semanal da poluição do ar nas avenidas da capital, com dados que são colhidos junto a satélites de Pernambuco e da Europa. Mas as informações colhidas são vagas e não trazem a precisão que seria necessária para que as pessoas pudessem evitar ter contato, nos dias mais críticos, com o ar poluído. De acordo com o professor e coordenador do Lapis, Humberto Barbosa, o ideal seria que as informações sobre a qualidade do ar fossem precisas e de conhecimento público, assim como acontece com a previsão do tempo. Saber se vai chover ou fazer sol é de grande valia para quem quer fazer uma programação ao longo do dia e até mesmo da semana.

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