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Litoral norte de Maceió precisa ter gabarito de prédios, diz MP

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REGINA CARVALHO Depois da notificação do Ministério Público Estadual (MPE) à Secretaria Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU), na semana passada, a Prefeitura de Maceió resolveu ampliar a discussão sobre o litoral norte da capital. O MP alertou, em recomendação conjunta com as promotorias do Meio Ambiente e da Fazenda Pública, para a ausência - no novo Código de Urbanismo e Edificações de Maceió - de regulamentação sobre o limite de altura de gabarito dos prédios a serem construídos no litoral norte de Maceió, medida que atingiria desde o bairro de Cruz das Alamas até o distrito de Ipioca. Com esse objetivo, ontem, diversos segmentos da sociedade participaram de reunião, no miniauditório da Escola de Ciências Médicas (Ecmal). Com base em dados colhidos durante oficinas do Plano Diretor, técnicos da Prefeitura de Maceió focalizaram especificamente o litoral norte como alternativa de empreendimentos no setor da construção civil. Como a parte sul se desvalorizou com o problema da poluição do Salgadinho, uma tendência natural de crescimento da cidade é o litoral norte de Maceió, informou o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (Ademi), Ronald Vasco. Para o promotor do Meio Ambiente Alberto Fonseca, nas medidas tomadas a partir do Plano Diretor de Maceió é preciso que a sociedade esteja atenta para preservar o patrimônio turístico e paisagístico do litoral norte e evitar que ocorram degradações ambientais, como em outros estados do Nordeste.

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