Cidades
Caos e problemas no Dia Mundial da Saúde
Falta de segurança, como a registrada no posto do Programa de Saúde da Família (PSF) do Ouro Preto - fechado esta semana por ordem de bandidos -, não é o único problema que afeta o setor de saúde em Maceió. Por isso, hoje, no Dia Mundial de Saúde, não há muito o que se comemorar. Quem depende da saúde pública não só em Maceió, como na maioria dos municípios alagoanos, enfrenta problemas de filas para marcação de consultas nos postos de saúde, falta de medicamentos, de médicos e outros profissionais. Para marcar o Dia Mundial da Saúde, servidores de diversos postos e do Ministério da Saúde em Alagoas realizam um ato público, às 9 horas, com apresentações culturais e de serviços. Mas o principal objetivo do ato é denunciar a situação problemática do setor de saúde na cidade e no Estado. O secretário municipal de Saúde, João Macário, reconhece que muita coisa ainda precisa ser feita para garantir um serviço de saúde com mais qualidade para a população. Ainda hoje, em torno de 75% da população não tem acesso à atenção básica de saúde. Segundo o secretário, para garantir esse acesso, o município está trabalhando para ampliar o número de equipes do Programa Saúde da Familia (PSF). Ele disse que é preciso também melhorar os serviços nas unidades de média complexidade.