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Travessia em frente � Ceal � um risco constante

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FÁTIMA ALMEIDA Localizadas em uma área de fluxo intenso as faixas de pedestre em frente à Ceal não são suficientes para garantir a segurança das pessoas que atravessam a Avenida Fernandes Lima e nem mesmo para os motoristas. O risco de acidente é iminente, até para os guardas que monitoram o trânsito no local, fazendo-o parar para quando o pedestre precisa passar. Quando escurece o perigo aumenta, porque muitas vezes os condutores não têm condições de ver os gestos dos guardas, podendo transformá-los também em vítimas do trânsito. Trabalhadores e estudantes que utilizam as faixas no dia-a-dia estão cobrando da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) a instalação de um semáforo ou uma botoeira (aquele sinal que funciona quando um botão é acionado pelo pedestre). A diretoria do órgão concorda com a gravidade do problema e reconhece que até mesmo os agentes de trânsito estão sujeitos a um acidente grave na área, mas segundo o coronel Mário Sérgio de Assumpção, diretor do Departamento de Fiscalização e Polícia de Trânsito da SMTT, um semáforo no local é inviável, devido à proximidade de um outro já existente na saída da Gruta. Ele informou, entretanto, que há estudos em andamento sobre a possibilidade da botoeira, não só naquela área, mas em outras consideradas igualmente perigosas, como o cruzamento nas ruas Silvestre Péricles e Cabo Reis; na Praça Sergipe, em frente à Igreja Universal; e nas imediações do Colégio Adventista, no Barro Duro, além da área em frente ao Supermercado Makro. Ali, segundo a SMTT, existe a possibilidade de um semáforo. Mas para todos os pontos, inclusive o da Avenida Fernandes Lima, a solução depende também de recursos para instalar os equipamentos.

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