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Empresas colocam nas ruas exército de 2 mil vigilantes

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| MARCOS RODRIGUES Repórter A segurança deixou de ser exclusividade do Estado. Diante da incapacidade da polícia para conter a onda de furtos e roubos, cresce paralelamente à segurança pública alagoana um verdadeiro exército de seguranças e vigilantes. Os números não são precisos, mas empresas do setor estimam que eles já são 2 mil em todo o Estado, ou seja quase o contingente da PM na capital, que é de 3.500 homens. O crescimento das empresas e deste novo mercado é diretamente proporcional ao aumento das ocorrências de roubos e arrombamentos a residências, assaltos a bancos e a empresas. A atuação das empresas é reconhecida até pelas estruturas de segurança oficiais. Nem os prédios da Polícia Federal (PF) e do Grupamento Tático Integrado (Tigre) escaparam da presença de cercas e/ou vigilantes para assegurar o patrimônio. Contratos A necessidade de garantir a segurança, ou pelo menos dificultar a ação de ladrões, está levando as principais empresas de segurança do Estado a renovarem e ampliarem contratos de serviços. Os valores dependem dos serviços oferecidos, que incluem desde a presença de vigilantes até o monitoramento eletrônico dos prédios protegidos. Se a opção do empresário ou do cidadão incluir a presença humana e da tecnologia os preços variam de R$ 500 a R$ 1 mil por mês. Por causa da concorrência do mercado, os valores podem ser alterados, mas esta é a realidade, por exemplo, do que desembolsam os administradores de condomínios. Diferenças As principais diferenças estão nos serviços que são oferecidos. Hoje existem três modalidades de segurança. A primeira é a da simples vigilância, que inclui homens armados e o conseqüente patrulhamento. A outra forma é, além da vigilância armada, a utilização de sistemas de alarme. A terceira modalidade é a dos vigilantes que são mantidos pelas próprias empresas, a exemplo das usinas e indústrias químicas, que optam por criar o seu próprio sistema de segurança privado.

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