Cidades
Recapeamento da Fernandes Lima deve seguir até fevereiro
As obras de restauração da Avenida Fernandes Lima – extensão da BR-104 – devem ser concluídas até fevereiro 2020. Os reparos incluem também as imediações do viaduto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), um dos principais gargalos no trânsito da capital onde passam mais 10 mil veículos por dia. São cerca de 16 quilômetros desse trecho – da Forene à Praça do Centenário.
“As obras começaram no início do ano, porque começou na Forene nas imediações do aeroporto, que para a gente é uma rodovia só, passamos por todo aquele trecho do Eustáquio Gomes e Ufal. Paramos no viaduto da PRF, veio o período chuvoso e depois retomamos. Para a gente é tudo BR-104, até a Praça do Centenário”, afirma o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Fabrício Galvão. As obras de restauração do pavimento vão custar R$ 39 millhões aos cofres públicos e são de responsabilidade do (DNIT). “Entre setembro e outubro a gente retomou os trabalhos na Fernandes Lima, aí a gente vai até a Centenário e volta, para fazer o outro lado. A gente está arrancando o pavimento antigo e colocando um pavimento novo, em toda a extensão da BR-104”, acrescenta o superintendente.
“Esse valor de R$ 39 milhões também incluiu a Via Expressa, que já foi feita. Foi um contrato único. Juntando a Fernandes Lima com a Via Expressa deve ficar em torno de uns 50 quilômetros de restauração. A gente buscou a retomada das rodovias junto às prefeituras para poder fazer essa intervenção, porque a gente viu que a prefeitura não estava conseguindo dar conta dessa manutenção, porque ela é cara. Então fizemos alteração no convênio para fazer essas intervenções, mas só alterou o convênio com relação ao pavimento, a prefeitura continua com a fiscalização de trânsito, de semáforos, da operação de vias e licenciamento dos imóveis”, detalha Fabrício Galvão.
A licitação para as obras – nas BRs-104 e 316 – foi aberta em abril do ano passado para os trechos das avenidas Fernandes Lima e Via Expressa – que são prolongamentos de rodovias federais e principais corredores de transporte da capital. O convênio foi alterado em Brasília em dezembro de 2017, passando para o Dnit todas as obrigações financeiras e de execução das obras de recapeamento, manutenção, sinalização e drenagem das duas vias.
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