Cidades
Cresce oferta de milho verde no Ceasa
FÁBIA ASSUMPÇÃO Os pratos à base de milho, como canjicas e pamonhas, não devem faltar na mesa dos maceioenses durante os festejos juninos. Pelo menos no Ceasa, faltando menos de uma semana para o Dia de Santo Antônio - comemorado no dia 13 de junho - o pátio está tomado de milho, oriundo do interior de Alagoas e outros Estados nordestinos como Sergipe e Pernambuco. Por enquanto, o preço da mão do milho (50 espigas) continua estabilizado, apresentando uma variação entre R$ 5 e R$ 10, dependendo da qualidade do produto. O feirante Carlos José de Sousa informou, ontem, que por enquanto a procura pelo produto ainda é pequena. ?Geralmente, a melhor festa para venda de milho é São João (dia 24 de junho)?, afirma. ?No Santo Antônio e São Pedro a procura não é tão grande, por isso quem quiser ganhar dinheiro tem que vender no São João?. O milho vendido pelo comerciante foi comprado em Pernambuco, ao custo de R$ 140 o milheiro. Ele afirma que vendendo a mão do milho por R$ 6 está perdendo R$ 0,50, mas prefere manter esse preço que perder a mercadoria. Em média, o milho verde perde qualidade depois de dois dias. Para a maioria dos feirantes, a tendência é que haja uma majoração dos preços do milho com a proximidade dos festejos, dependendo de como for a procura. A expectativa é que na próxima semana, a quantidade de milho seja ainda maior no Ceasa. Além disso, deverão surgir vários outros pontos tradicionais de venda do milho, como na Praça Centenário, no Farol; na Praça da Faculdade, no Prado; e nos bairros mais distantes do Centro como Tabuleiro, Jacintinho e Benedito Bentes.