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Cidades

Procon: reajuste telef�nico ainda n�o vigora em Alagoas

A diretora do Procon, Wedna Miranda, adverte os consumidores de que apesar de a Anatel ter estabelecido reajuste na tarifa do serviço de telefonia fixa, em Alagoas os novos valores ainda não estão em vigor, pois só poderão ser cobrados após publicação ofi

Por | Edição do dia 01/07/2003 - Matéria atualizada em 01/07/2003 às 00h00

A diretora do Procon, Wedna Miranda, adverte os consumidores de que apesar de a Anatel ter estabelecido reajuste na tarifa do serviço de telefonia fixa, em Alagoas os novos valores ainda não estão em vigor, pois só poderão ser cobrados após publicação oficial nos veículos de comunicação local. Ela disse que esta semana o Ministério da Justiça vai orientar o Procon nos estados sobre a melhor maneira de atenuar o impacto do aumento. “No Rio de Janeiro, o juiz Luiz Felipe Miranda de Medeiros concedeu liminar em ação popular impetrada pela Secretaria de Justiça contra o reajuste. Por enquanto não podemos fazer nada, aqui em Alagoas, até porque oficialmente o reajuste nem pode ser cobrado aos usuários. Sendo assim, aguardamos a própria recomendação do Ministério da Justiça sobre o assunto”. Já em relação à polêmica do pão vendido por quilo, não por unidade, Wedna disse que cada unidade deve ter 100 gramas, ou, o menor, 50 gramas. Sendo assim, 10 pães de 100 gramas, que equivalem a um quilo, custam entre R$ 3,50 até R$ 4,60, dependendo do porte do estabelecimento comercial. “O problema é que antes da obrigatoriedade da venda por peso o consumidor levava um pão de 100 gramas por R$ 0,20 e com R$ 2,00 comprava dez. Hoje não acontece mais isto e todos estão reclamando, pois precisam desembolsar mais dinheiro para levar a mesma quantidade. O Procon não pode fazer nada porque não há tabelamento de preço”, afirmou Wedna. Segundo ela, o que o Procon vai fazer para defender o consumidor é fiscalizar o peso e as condições de higiene.

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