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Incra quer assentar 1.682 fam�lias este ano em AL
FÁTIMA ALMEIDA A meta do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária para Alagoas, este ano, é assentar 1.682 famílias. Para a aquisição das terras, serão necessárias 74 vistorias, das quais 17 já foram feitas. O cronograma para o restante do programa de operações foi definido ontem, numa reunião realizada em Maceió, entre técnicos da Superintendência Regional, o superintendente nacional de Desenvolvimento Agrário, Crispim Moreira, e o gerente estratégico Nacional do Incra, Marcelo Afonso, onde foram discutidas estratégias para superar as principais dificuldades na viabilização do programa. Segundo o chefe da Divisão Técnica do Incra/AL, Jorge Tadeu Jatobá, o planejamento estratégico vem sendo feito em todo o país, com prioridade para as áreas de maior conflito. As discussões levaram em consideração as necessidades operacionais para implementar o planejamento do órgão e assegurar o cumprimento das metas já traçadas anteriormente. Pelo cronograma definido ontem, o Incra fará, em Alagoas, 23 vistorias neste mês de julho, 26 em agosto e 25 em setembro. Ainda este mês serão encaminhados pelo menos oito kits para emissão de decreto presidencial declarando o imóvel de interesse social para reforma agrária; serão feitas quatro avaliações de imóveis e será assegurada a emissão de pelo menos um Título da Dívida Agrária (TDA). Em agosto mais oito kits seguirão para emissão de decreto e oito avaliações serão feitas. Para setembro ficaram estabelecidos como meta 14 decretos, oito avaliações e quatro TDAs. No mês de outubro devem ser emitidos quatro decretos presidenciais, 14 avaliações e oito títulos, e em novembro, mais oito emissões de títulos de posse. As principais dificuldades para o cumprimento do cronograma são de ordem pessoal. No momento, o Incra dispõe de apenas três agrônomos para o trabalho de campo, quando seriam necessários mais de dez. Segundo Crispim Moreira, as metas estão estabelecidas desde maio, quando houve a descentralização dos recursos do Incra. O que está sendo feito agora é uma organização do trabalho, com o estabelecimento de prazos que serão monitorados pela Superintendência Nacional de Desenvolvimento Agrário.