loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 23/07/2026 | Ano | Nº 6273
Maceió, AL
25° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

Funcionalismo municipal decide acampar para sensibilizar prefeita

Ouvir
Compartilhar

FÁTIMA VASCONCELLOS Os servidores de nível médio do município de Maceió prometem acampar, hoje, a partir das 9 horas, nas imediações da Prefeitura. A iniciativa é uma estratégia para sensibilizar a prefeita Kátia Born a negociar com a categoria, como explicou a presidenta do Sindicato, Ângela Padilha. Ela lembra que já houve acordo com os trabalhadores da Saúde e da Educação, no entanto, a chefe do Executivo se mantém intransigente no sentido de oferecer uma contra-proposta mais digna para o pessoal de apoio técnico e administrativo, que compõe o Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Maceió (Sindipref). Os servidores reivindicam um salário base de R$ 260 e um reajuste salarial de 36% para quem ganha acima desse valor. Atualmente, o piso pago pelo município é de apenas R$ 210,00, abaixo do mínimo estabelecido pelo governo federal que é de R$ 240,00. ?Para completar o mínimo, é preciso contar com as gratificações. Isto fere a Constituição Federal, que estabelece que ninguém pode receber menos de o salário mínimo vigente no País?, desabafou Ângela. Reajuste salarial Ela acrescentou que a Prefeitura ainda não repassou para os servidores o reajuste salarial concedido no ano passado, de 16%, o que deixou os vencimentos da categoria bastante defasados e gerou insatisfação por parte de todos. De acordo com a sindicalista, a intenção da categoria é ficar acampada até que a prefeita avance nas negociações, pois ela quer pagar uma gratificação de R$ 10, mesmo assim, só para uma parte dos trabalhadores. Ângela ressalta que é importante reconhecer o valor do trabalho do pessoal de apoio técnico e administrativo. ?Nosso pessoal está lotado em todas as secretarias. Contribui com o resultado final de todos os setores do serviço público municipal. Não somos melhor nem pior que ninguém. Apenas queremos um tratamento mais digno, humanitário e de reconhecimento?, frisou a presidenta do Sindpref.

Relacionadas