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Cidades

Servidores em passeata contra a reforma congestionam o tr�nsito

FÁTIMA ALMEIDA Os servidores públicos federais realizaram, ontem pela manhã, uma passeata pelas ruas do centro da cidade, em mais um protesto contra a reforma da Previdência, encaminhada pelo governo Lula. Representações dos servidores públicos estaduais

Por | Edição do dia 25/07/2003 - Matéria atualizada em 25/07/2003 às 00h00

FÁTIMA ALMEIDA Os servidores públicos federais realizaram, ontem pela manhã, uma passeata pelas ruas do centro da cidade, em mais um protesto contra a reforma da Previdência, encaminhada pelo governo Lula. Representações dos servidores públicos estaduais e municipais, e dos aposentados e pensionistas, que estão entre as categorias mais penalizadas pela reforma proposta, também engrossaram a caminhada, que congestionou o trânsito no centro da cidade, irritando os motoristas. “Agora é todos os dias. Depois de 10 horas da manhã é difícil andar pelo Centro sem enfrentar congestionamento provocado por passeatas de servidores”, reclamou o taxista Mário Barbosa. Ajudados por um trio elétrico, os sindicalistas pediam a compreensão da sociedade para os transtornos, alegando que a luta é em benefício de todos, sejam servidores públicos ou trabalhadores de empresas privadas. A passeata dos servidores saiu da Praça dos Palmares, onde funcionam vários órgãos federais, em direção à Assembléia Legislativa. De lá, seguiu pela Rua João Pessoa, Praça dos Martírios, Cincinato Pinto e retornou à praça, sempre com palavras de ordem do tipo “Servidor na rua, Lula a culpa é sua...”. Várias categorias estão em greve e a disposição dos servidores é manter o ritmo de protestos pela retirada da PEC 40. Os servidores têm uma pauta de reuniões, assembléias, debates e outros tipos de mobilização e já começam a preparar a comitiva que vai a Brasília, participar do grande acampamento programado para a primeira quinzena de agosto, período provável da votação da reforma. De 11 a 15 do próximo mês está programada uma grande marcha na capital federal, na tentativa de sensibilizar os parlamentares e ganhar adesões no voto contra os pontos da reforma, prejudiciais aos trabalhadores.

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