Cidades
MP cobra mudan�as na Sa�de
FÁBIA ASSUMPÇÃO A coordenadora do Centro de Formação e Aperfeiçoamento Funcional do Ministério Público Estadual (Cefaf), Stela Valéria Cavalcanti, afirmou, ontem, que a situação de superlotação vivida pela Maternidade Santa Mônica e pelo Hospital Universitário é reflexo da falta de estrutura da saúde no interior do Estado. Para discutir estas e outras questões, o Fórum Permanente do Ministério Público do Ministério Público sobre Políticas Públicas vem realizando reuniões com técnicos da área da saúde para formular um diagnóstico da situação do setor no Estado. A terceira reunião foi realizada ontem de manhã, no auditório da Procuradoria Geral de Justiça, com a presença do coordenador de Gestão Pública da Secretaria Executiva de Saúde (Sesau), Vanilo Soares. ?O fórum elegeu o direito à saúde como principal foco de discussão, devido principalmente ao alto índice de mortalidade infantil e de gestantes no Estado?, justificou Stela. Segundo ela, depois da identificação dos problemas que mais afetam à saúde pública, o Ministério vai começar a agir, procurando resolvê-los, inicialmente, de forma amigável com Estado e os municípios, por meio de termos de ajustes de conduta e, em último caso, pode entrar com Ação Civil Pública para que sejam corrigidas as falhas existentes.