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Festas de fim de ano levam alagoanos às compras
Aliança Comercial de Maceió prevê aumento de 15% nas vendas em comparação ao ano anterior Aliança Comercial de Maceió prevê aumento de 15% nas vendas em comparação ao ano anterior Aliança Comercial de Maceió prevê aumento de 15% nas vendas em comparação ao ano anteriorAliança Comercial de Maceió prevê aumento de 15% nas vendas em comparação ao ano anterior Aliança Comercial de Maceió prevê aumento de 15% nas vendas em comparação ao ano anterior Aliança Comercial de Maceió prevê aumento de 15% nas vendas em comparação ao ano anterior aaAliança Comercial de Maceió prevê aumento de 15% nas vendas em comparação ao ano anterior Aliança Comercial de Maceió prevê aumento de 15% nas vendas em comparação ao ano anterior Aliança Comercial de Maceió prevê aumento de 15% nas vendas em comparação ao ano anterior Aliança Comercial de Maceió prevê aumento de 15% nas vendas em comparação ao ano anterior Aliança Comercial prevê aumento de 15% nas vendas em comparação ao ano anterior
FESTAS DE FIM DE ANO LEVAM ALAGOANOS ÀS COMPRAS
Aliança Comercial de Maceió prevê aumento de 15% nas vendas em comparação ao ano anterior
WILLIAM MAKAISY*
ESTAGIÁRIO
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O fim do ano chega trazendo com ele datas festivas que levam os alagoanos a comprarem cada vez mais. Com a chegada do Natal, o número de passantes no Centro de Maceió aumenta, todos em busca do presente perfeito. Segundo o presidente da Aliança Comercial da capital, Guido Santos, este ano promete ser um dos mais lucrativos, com um aumento de 15% em comparação ao mesmo período do ano passado. As festas de fim de ano sempre geram lucro para os comerciantes alagoanos, e o Natal deste ano não seria diferente. Por isso mesmo Guido Santos está esperançoso. “Estamos esperando um aumento nas vendas. Se formos comparar ao mesmo período do ano passado, esperamos algo em torno de 15% a mais. O pagamento do décimo terceiro é um dos pontos fortes para esse aumento no fim do ano. As pessoas estão com um dinheiro ‘extra’ para comprar”, contou o presidente da Aliança Comercial de Maceió. “O fim de ano é bom tanto para o comércio no sentido de vendas, porque o pessoal compra muita roupa, eletrônicos, quanto para a geração de empregos. Nessa época há muitos contratos temporários. Como o movimento é grande, as empresas contratam mais gente para ajudar, e cerca de 30% a 35% dessas contratações temporárias se tornam fixas, ou seja, geram um retorno para o comércio e para a população”, disse.
LOJISTAS
Para os lojistas, principalmente aqueles que lidam com o ramo de vestuário, o fim de ano é um dos períodos mais rentáveis do Centro de Maceió. “O movimento é enorme aqui no fim de ano, acho que é a época em que o Centro mais vende, porque o dia a dia aqui é cheio de pessoas comprando, principalmente quando são roupas e sapatos. Vez ou outra tem um cliente que diz que o preço está alto, mas não deixa de comprar por isso, então para quem é comerciante essa é a melhor época”, contou Luzimar Silva, gerente e vendedora de uma loja de roupas.
AMBULANTES
E para os vendedores informais do Centro da cidade essa é uma época que as vendas também disparam. “A semana toda é super movimentada, tanto para a gente que vende aqui no calçadão como para os lojistas. Eu vendo meias aqui todos os dias, de manhã até a noite, e o fim do ano é onde meu lucro aumenta, porque eu vendo barato e com qualidade, e procuro sempre vender por um preço mais baixo que o concorrente”, contou a ambulante Ana Paula. “Trabalho aqui todos os dias vendendo roupas e gosto do fim do ano porque, apesar de sair bem cansada, eu vendo muito. Trabalho com material de qualidade, mesmo sendo ambulante, então o pessoal confia e compra comigo, nunca ouvi reclamações. A proximidade do natal faz as vendas subirem”, disse Ana Maria, outra das vendedoras informais da região central.
CONSUMIDORES
Se os vendedores comemoram, é sinal de que para os consumidores o clima festivo já começou. Pelo Centro, famílias compram juntas já escolhendo o que vão usar no fim de ano. “Acho um pouco chato andar no Centro tão cheio, mas chegando as festas é o que acontece. Viemos especialmente para comprar roupas e calçados. Tem que se arrumar para o Natal, mesmo que os preços não estejam tão bons assim para quem está comprando”, comentou Patrícia de Oliveira, que fazia as compras na companhia do filho. “Eu evito comprar roupas em ambulantes porque não dá para experimentar antes, mas que os preços deles estão mais em conta que os das lojas, isso não tem como negar. Mas também é fim de ano, tudo aumenta, e tudo fica mais cheio. Vim até o Centro para passear e já dar uma olhada no que vou comprar para vestir no Réveillon, que já está chegando”, disse a Kátia Rute, que, mesmo em meio às compras, lembrou da economia. “Tem que lembrar que em qualquer época o que importa é pesquisar e achar barato.”
* Sob supervisão da editoria de Cidades.