Cidades
Florestal quer retorno de efetivo transferido
ANA MÁRCIA Uma comissão do Batalhão Florestal da Polícia Militar, acompanhada da deputada estadual Maria José Viana, esteve, ontem, na 65a reunião ordinária do Conselho Estadual de Proteção Ambiental (Cepram) para reclamar da transferência de 25 sargentos da corporação, que é formada por 176 policiais. A decisão foi do próprio comando da Polícia Militar, ao alegar que o setor de policiamento florestal não comportaria todo esse efetivo. Os conselheiros do Cepram resolveram solicitar uma audiência com o governador Ronaldo Lessa e ao comandante da PM, Edmilson Cavalcante, para pedir a reintegração destes guardas florestais, como forma de garantir o policiamento na área do meio ambiente em Alagoas. Segundo informações dos policiais florestais, o ideal para o quadro seria a disponibilização de 465 policiais, assim como a criação de um Centro de Educação Ambiental e o aumento do quadro na área de saúde, visto que não há sequer um veterinário no Batalhão Florestal. Eles querem, ainda, a criação de um setor de prevenção contra o fogo e da Companhia Aquática. O Estado tem 13 postos de fiscalização da Polícia Florestal. A deputada Maria José Viana defendeu a corporação, ressaltando a importância das questões do meio ambiente, em Alagoas e no mundo inteiro, por tratar-se de um problema de vida ou morte. Segundo as suas informações, o Estado investiu em cursos para estes policiais qualificando-os. ?O meio ambiente nos causa maior interesse por um ideal de sociedade mais equilibrado?, completou. O secretário municipal do Meio Ambiente, Álder Flores, deu apoio aos guardas florestais, lembrando que eles, em parceria, oferecem proteção ao Parque Municipal.