loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
terça-feira, 28/07/2026 | Ano | Nº 6276
Maceió, AL
26° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

CASOS SUSPEITOS DE CORONAVÍRUS EM ALAGOAS SOBEM PARA 289

Estado tem 17 pacientes cujos testes deram positivo; no País, 159 pessoas já morreram

Ouvir
Compartilhar
Imagem ilustrativa da imagem CASOS SUSPEITOS DE CORONAVÍRUS EM ALAGOAS SOBEM PARA 289
-

Boletim epidemiológico divulgado ontem pela Secretaria de Estado da Saúde mostra que o número de casos suspeitos do novo coronavírus (Covid-19) em Alagoas aumentou para 289. Já o de pacientes confirmados permaneceu em 17 - como foi anunciado no último boletim desse domingo (29). Segundo a Sesau, foram realizados ontem 20 testes; 19 deles deram negativo e um teve resultado inconclusivo, o que exigirá novo exame. Os casos descartados já somam 283. Do total de casos confirmados, 13 residem no Estado, sendo 12 em Maceió, e um em Porto Real do Colégio. Dos demais, dois moram no Rio de Janeiro e dois em Brasília.

BRASIL

O número de mortes em razão do novo coronavírus (covid-19) subiu de 136 para 159 entre ontem e hoje. Um aumento de 16% entre a última atualização e a divulgada há pouco pelo Ministério da Saúde. Já os casos confirmados saíram de 4.256 para 4.579. O resultado de novas 323 pessoas infectadas marcou um incremento de 7% em relação a ontem. O número foi o menor desempenho nos últimos cinco dias, quando o número de novas pessoas infectadas, por exemplo, passou dos 500 na última sexta-feira (27). Em entrevistas coletivas durante a semana a equipe do Ministério da Saúde afirmou que era esperado um crescimento diário de até 33%.

Os estados com mais casos foram São Paulo (1451), Rio de Janeiro (600), Ceará (372), Distrito Federal (312) e Minas Gerais (231). A menor incidência está em estados da Região Norte, como Rondônia (6), Amapá (8), Tocantins (9) e Roraima (16).

Shorts Youtube
Play
Jovem de 20 anos é preso com réplica de fuzil e drogas em Alagoas

Jovem de 20 anos é preso com réplica de fuzil e drogas em Alagoas

Play
Interdição na Ladeira da Moenda em Maceió

Interdição na Ladeira da Moenda em Maceió

Play
Corpo é encontrado na Mata do Rolo após denúncia anônima

Corpo é encontrado na Mata do Rolo após denúncia anônima

Play
Polícia prende suspeitos de assaltos no bairro Gruta de Lourdes em Maceió

Polícia prende suspeitos de assaltos no bairro Gruta de Lourdes em Maceió

Play
Feminicídio em Igreja Nova: vítima é morta a facadas pelo ex-companheiro

Feminicídio em Igreja Nova: vítima é morta a facadas pelo ex-companheiro

MORTES

O índice de letalidade atingiu 3,5% com o balanço de hoje, acima do verificado no balanço de ontem, quando ficou na casa dos 3,2%. São Paulo concentra 113 do total de mortes, seguido por Rio de Janeiro (18), Pernambuco (6), Ceará (5), Piauí (3), Paraná (3), Rio Grande do Sul (3), Santa Catarina (1), Goiás (1), Distrito Federal (1), Rio Grande do Norte (1), Bahia (1), Minas Gerais (1) e Amazonas (1). Com 23 novas mortes, foi o maior resultado registrado desde o início juntamente com o de ontem, que teve o mesmo número. Em relação ao perfil das pessoas que faleceram, 40,4% eram mulheres e 59,6% eram homens. Mantendo o padrão identificado ao longo da semana, 90% tinham mais de 60 anos e as doenças crônicas mais associadas foram cardiopatias (81), diabetes (58), pneumopatia (24) e condições neurológicas (14). As hospitalizações somaram 757.

MEDIDAS DE ISOLAMENTO

Na entrevista coletiva de balanço das ações do governo federal, realizada de forma conjunta no Palácio do Planalto, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que é correto seguir as decisões dos governos sobre decretação de medidas de isolamento social. “Tenho dialogado com secretários municipais e estaduais dentro do que é técnico e científico. Por enquanto mantenham as recomendações dos estados porque esta é no momento a medida mais recomendável já que temos muitas fragilidades do sistema de saúde que são típicas”, afirmou. Sobre a discussão acerca do foco na proteção das vidas ou da economia, assunto sobre o qual o presidente vem se manifestando nos últimos dias, o ministro Mandetta afirmou que é inerente aos gestores da Saúde priorizar a proteção à vida da população. “A saúde é um norte, um farol. Enquanto não temos resposta mais cientificamente comprovada, a saúde vai falar ‘para e vamos evitar contágio’. Isso não é a saúde estar certa ou errada, é instinto de preservação. O instituo pela vida é mais forte do que o econômico. Precisamos primeiro preservar esse instinto e dar as condições”, declarou. Ele afirmou que o governo entende que não pode haver um lock down (fechamento) absoluto no país, mas é preciso ver como retomar setores da economia de forma a evitar a disseminação da doença. “Temos que moderar como ativar partes importantes da economia para que não tenhamos uma segunda onda [crise econômica] maior que a primeira [crise de saúde]. Se não tivermos coordenação teremos os dois problemas ao mesmo tempo”, ponderou. O ministro argumentou que não há como definir prazo para o fim das medidas de isolamento, pois os países que indicaram o momento do encerramento tiveram de adiar, como Estados Unidos. Esse debate, acrescentou, será feito em conjunto com governos estaduais e prefeituras. “Não acredito em quarentena vertical ou horizontal. Eu preciso construir um pacto com os atores, estados, Supremo Tribunal Federal. Vamos ter código de comportamento, de distanciamento entre as pessoas. De funcionar, para não morrer de paralisia, mas não ter frenesi que nos cause um mega problema que estamos vendo nos países”, defendeu.

Relacionadas