loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

Secret�rios de Trabalho avaliam 2003 como ano “improdutivo”

Ouvir
Compartilhar

FÁTIMA ALMEIDA O ano de 2003 foi praticamente perdido para as secretarias de Trabalho. Essa é a opinião do presidente do Fórum Nacional de Secretários de Trabalho, Edir Oliveira, que participa, em Maceió, de um encontro com representantes de todos os estados brasileiros, das pastas de Trabalho e Assistência Social. Segundo ele, o ano foi de estudos de projetos e embora tenha sido, também, o ano da qualificação profissional, do microcrédito, do incentivo aos trabalhadores para geração de ocupação e renda, não foi o ano da experiência. ?Quase não tivemos nenhuma?, observou. Edir Oliveira destacou que não é tarefa das secretarias propiciar mercado de trabalho, e sim, criar políticas que possam gerar oportunidades de inserção, observando que isso só será possível a partir de 2004, apesar das perspectivas de dotação orçamentária não serem nada positivas. Mas tomando a qualificação como mote ele desafiou os secretários a pensar no que fazer com cerca de 32% de cidadãos com mais de 35 anos de idade, cada dia mais marginalizados no mercado de trabalho. Credibilidade Para o secretário de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho, Remigio Todeschini, apesar de todas as dificuldades, 2003 foi o ano da esperança, com a credibilidade internacional do governo, a expansão dos microcréditos para geração de trabalho e renda e o plano nacional de qualificação, cujos recursos começaram a ser liberados na semana passada. O desafio é a aplicação desses recursos em apenas dois meses que faltam para terminar o ano. Segundo ele, apesar das taxas de desemprego, foi um ano positivo no quesito contratação de mão-de-obra, com 840 mil novos postos. O caminho para avançar, observa Remigio, é o entendimento e a negociação entre governo, empresários e trabalhadores, e a qualificação. ?Temos de reforçar o pacto federativo para ações integradas de políticas públicas e de emprego?, concluiu ele, em seu discurso. O encontro foi aberto com a presença do vice-governador Luís Abílio, dos secretários Corintho Campelo (da Economia Solidária, Trabalho e Renda) e Ricardo Santa Rita (de Inserção e Assistência Social). Durante dois dias, os secretários vão discutir integração e fortalecimento das políticas públicas de trabalho e renda; execução do programa nacional de qualificação; unificação dos programas sociais; o papel dos governos estaduais na implementação da política de assistência social e a continuidade dos programas em andamento, como Sentinela, Peti e Agente Jovem.

Relacionadas