Cidades
ALAGOAS ULTRAPASSA AS 700 MORTES POR CORONAVÍRUS
Comprovando a curva crescente do novo coronavírus (Covid-19), Alagoas superou a marca de casos confirmados e óbitos no mesmo dia. O mais recente Boletim Epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (12), pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), mostra que o Estado chegou a 20.031 pacientes infectados e 701 óbitos.
Na comparação dos dados dos 12 primeiros dias de junho com o mesmo período de maio, o Estado registrou um crescimento de seis vezes no número de casos (1.536 contra 9.743) e de duas vezes e meia no número de mortes (103 nos 12 primeiros dias de maio contra 258 no mesmo período de junho).
Os dados de sexta-feira apontam que 831 testes positivos e 20 mortes foram confirmados nas últimas 24 horas. Além disso, do total, 13.094 pessoas já finalizaram o período de isolamento domiciliar, sendo consideradas como recuperadas da doença. Outras 5.850 permanecem em isolamento e 384 estão internados em leitos públicos ou privados. Há 1.538 casos em investigação laboratorial. Em relação aos leitos criados para atender suspeitas e confirmações de Covid-19, 656 leitos estavam ocupados até as 11h desta sexta (12) - o que corresponde a 60% do total. Neles, 185 pacientes estão em leitos de UTI, 06 em leitos intermediários e 465 em enfermaria. Alagoas tem 1.085 leitos exclusivos.
Número de óbitos
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Do total novos óbitos confirmados laboratorialmente, oito pessoas moravam na capital alagoana (cinco homens, com 87, 73, 80, 90 e 65 anos, e três mulheres, com 49, 68 e 37 anos). Até o momento, Maceió permanece com a maior quantidade de mortes entre os demais municípios.
Entre as vítimas que moravam na capital, o homem de 87 anos era diabético e faleceu em casa. O de 73 não apresentava comorbidades e morreu no Hospital Metropolitano. O de 80 anos tinha hipertensão e evoluiu para óbito no Hospital Djacy Barbosa. O de 90 anos sofria de doença renal crônica e faleceu na Santa Casa de Maceió. O de 65 anos tinha diabetes e morreu no Hospital Geral do Estado.
A mulher de 49 anos tinha doença renal crônica e faleceu no Hospital Sanatório. A de 68 anos sofria de diabetes e evoluiu para óbito na Unimed, enquanto a mulher de 37 anos não tinha registro de doenças pré-existentes e morreu no Hospital Veredas.
Já no interior, seis mulheres, com 65, 59, 81, 61, 90 e 91 anos, e seis homens, com 58, 55, 59, 54, 66 e 77 anos, não resistiram e também evoluíram para óbito.
A mulher de 65 anos, que residia em Coqueiro Seco, não apresentava comorbidades e faleceu na UPA Jacintinho. A de 59 anos, de Arapiraca, não tinha registro de doenças pré-existentes e morreu no Hospital Djacy Barbosa. A mulher de 81 anos, natural de Rio Largo, também não tinha comorbidades e evoluiu para óbito no Hospital Humanité. A de 61 anos, que morava em Porto Calvo, era cardiopata e faleceu no Hospital Veredas. A de 90 anos morava em Jundiá, tinha doença cardíaca crônica e morreu no Hospital de Campanha. A mulher de 91 anos, de Teotônio Vilela, sofria de doença cardíaca crônica e faleceu em sua residência.
O homem de 58 anos residia em Delmiro Gouveia, não tinha registro de comorbidades.